O Tribunal de Contas do Estado julgou irregulares as contas de 2023 das prefeituras de Mari e Aparecida e as contas de 2024 de Bom Sucesso e Lastro. Entre os principais problemas apontados estão o descumprimento dos percentuais mínimos de investimento em Saúde e Educação. As decisões ainda podem ser contestadas por meio de recursos.
Em Mari, a gestão de Antônio Goes da Silva aplicou menos que os 15% exigidos em Saúde. Em Bom Sucesso, o prefeito Pedro Caetano Sobrinho destinou 20,5% dos recursos para Educação, abaixo do mínimo de 25%. Em Aparecida, a prefeitura também não atingiu o percentual constitucional para Educação e o processo apontou outras 14 irregularidades.
Em Lastro, além da aplicação de apenas 23,92% na manutenção e desenvolvimento do ensino, foram identificados problemas como déficit no orçamento e falta de recursos suficientes para cobrir as despesas. Os quatro processos foram analisados pelo colegiado do Tribunal, que decidiu pela reprovação das contas.
CARIRI IN FOCO
Com Blog do Bruno Lira








