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Blogueira paraibana condenada por embriaguez ao volante posta vídeo e se diz injustiçada

Atualizado: Jul 23


A blogueira Celeste Maia foi condenada a um ano e quatro meses de detenção, em regime aberto, mais seis meses de suspensão ou proibição de obter a permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor. A sentença é do juiz José Guedes Cavalcanti Neto da 4ª Vara Criminal da Capital. O magistrado, contudo, substituiu a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direitos (art. 44 do CP) com prestação de serviço à comunidade ou a entidade pública, durante o prazo da pena privativa de liberdade, na forma a ser fixada pelo Juízo da Execução de Penas Alternativas. Além disso, a socialite deve recolher uma prestação pecuniária que será fixada pelo juízo da VEPA e poderá recorrer em liberdade.

A ação penal contra Celeste foi apresentada pelo Ministério Público da Paraíba e cita que ela se envolveu em um acidente de trânsito em frente ao Mag Shopping, em Manaíra no dia 13 de setembro de 2020, aproximadamente as 19h30. A denúncia afirma que a moça dirigia um Mercedez Benz preto em alta velocidade, tendo invadido a ciclovia da Avenida João Maurício, sob a influência de álcool. No local, por pouco não atropelou dois policiais que estavam trabalhando de bicicleta. Foram eles que deram voz de prisão a Celeste depois que ela bateu o veículo depois de passar sobre um gelo baiano.

Além da embriaguez ao volante, a moça foi acusada de porte de dois papelotes de cocaína e lesão corporal culposa.

Na noite de hoje, depois de ser divulgada a sentença, Celeste utilizou suas redes sociais para divulgar um vídeo e fazer acusações contra os policiais que a prenderam. A exemplo do que já havia feito no processo, negou todas as acusações, alegando que o carro apresentou defeito e que ela jogou-o por cima do gelo baiano conscientemente para evitar um acidente mais grave. Além disso, Celeste sustenta que não estava embriagada e que os policiais se recusaram a fazer o teste do bafômetro. Acrescenta, ainda, que foi alvo de violência policial pois teria tido uma arma apontada para sua cabeça por um policial à paisana.


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