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João Dantas

Investigado por corrupção, Cláudio Castro compromete palanque de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro

Inelegível até segunda ordem por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e com a imagem arranhada após operação realizada nesta terça-feira, na esteira das investigações que envolvem as fraudes do Banco Master no Rio de Janeiro, o ex-governador do Cláudio Castro (PL) já é visto por grande parte da cúpula do PL como “carta fora do baralho” na disputa ao Senado. A decisão final, se ele seguirá ou não na disputa, caberá a Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O filho primogênito de Jair Bolsonaro (PL), entretanto, se vê diante de um paradoxo: por um lado, tem consciência da força do ex-mandatário fluminense em palanques no interior e na Baixada Fluminense. Por outro, caso Castro reverta a inelegibilidade, precisará lidar com os ataques e associações feitas por adversários às fraudes do Master. Na última semana, o ex-governador também foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF por suposto envolvimento com fraudes na Refit.

Como está o xadrez eleitoral no Rio?

Uma eventual saída do páreo pelo Senado também atingiria os planos eleitorais de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio contava justamente com os palanques de Castro para peregrinar o estado e pedir votos, ancorado no discurso de continuidade às entregas do correligionário.

Enquanto isso, outros nomes do PL são cotados para a vaga ao Senado, como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho. A maior parte da legenda bolsonarista defende um nome do PL neste posto, já que a outra vaga da coligação será ocupada pelo ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União).

Ainda assim, tem quem defenda o nome do delegado Felipe Curi (PP), responsável pela operação policial mais letal da história do Rio, na disputa para Senado, caso Castro não possa concorrer.

Veja

Inelegível até segunda ordem por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e com a imagem arranhada após operação realizada nesta terça-feira, na esteira das investigações que envolvem as fraudes do Banco Master no Rio de Janeiro, o ex-governador do Cláudio Castro (PL) já é visto por grande parte da cúpula do PL como “carta fora do baralho” na disputa ao Senado. A decisão final, se ele seguirá ou não na disputa, caberá a Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O filho primogênito de Jair Bolsonaro (PL), entretanto, se vê diante de um paradoxo: por um lado, tem consciência da força do ex-mandatário fluminense em palanques no interior e na Baixada Fluminense. Por outro, caso Castro reverta a inelegibilidade, precisará lidar com os ataques e associações feitas por adversários às fraudes do Master. Na última semana, o ex-governador também foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF por suposto envolvimento com fraudes na Refit.

Como está o xadrez eleitoral no Rio?

Uma eventual saída do páreo pelo Senado também atingiria os planos eleitorais de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio contava justamente com os palanques de Castro para peregrinar o estado e pedir votos, ancorado no discurso de continuidade às entregas do correligionário.

Enquanto isso, outros nomes do PL são cotados para a vaga ao Senado, como Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho. A maior parte da legenda bolsonarista defende um nome do PL neste posto, já que a outra vaga da coligação será ocupada pelo ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União).

Ainda assim, tem quem defenda o nome do delegado Felipe Curi (PP), responsável pela operação policial mais letal da história do Rio, na disputa para Senado, caso Castro não possa concorrer.

CARIRI IN FOCO

Com Veja

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