O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou a juíza Gabriela Hardt do cargo por dois anos. A magistrada atuou como substituta do ex-juiz Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato.
A juíza foi alvo de um processo administrativo disciplinar por homologar acordo entre a Força-Tarefa da Lava Jato e a Petrobras para devolução de recursos desviados da estatal.
O acordo era que o valor de R$ 2 bilhões fossem repassados para uma fundação que seria gerida por integrantes da força-tarefa da Lava Jato. O caso ficou conhecido como Fundação Dallagnol.
O CNJ decidiu, por maioria dos votos, que a magistrada será afastada com redução de salário pelo período de afastamento.
Segundo o relator Rodrigo Badaró, ela deixou de adotar cuidados mínimos ao autorizar repasses.
Para a defesa da juíza, ela entendeu que o Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba e a Petrobras tinham legitimidade para assinarem a medida.
CARIRI IN FOCO
Com ClickPB e informações Agência Brasil








